quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Se liguem na ideia de Cláudio de Moura Castro.
Para ele, currículo escolar deve se concentrar nas matérias essenciais.
A nova pilha de livros dos alunos do ensino médio brasileiro não para de crescer. Entre as últimas aquisições, estão obras sobre cultura indígena, filosofia, direitos das crianças e dos idosos e até mesmo regras de trânsito. Mas esse amontoado de conhecimento está jogando para escanteio o mais importante: as disciplinas de base, como português e matemática. E o desprestígio dessas matérias foi apontado por 68% dos brasileiros, como mostra a pesquisa Ibope/CNI Retratos da Sociedade Brasileira, divulgada nesta sexta-feira.
Os estudiosos que defendem a adoção das novas disciplinas nos currículos escolares argumentam que a prática dá aos estudantes mais condições de integrar mais áreas do saber para a compreensão do mundo que os cerca. Mas a superlotação de disciplinas na grade curricular pode, sim, prejudicar a qualidade do ensino, de acordo com Cláudio de Moura Castro, especialista em educação e colunista de VEJA. “A regra básica da educação é ensinar menos para o aluno aprender mais”, afirma Castro.
Para garantir lugar às novas matérias, por exemplo, é preciso suprimir o tempo destinado ao português e à matemática. “O currículo já é duas vezes maior do que deveria ser. Ninguém consegue aprender tudo o que é ensinado hoje em sala de aula”, diz o especialista.
Para Castro, só há um caminho para a qualificação plena do ensino nacional. “O excesso do conteúdo tem de ser retirado das apostilas e o número de disciplinas lecionadas tem de diminuir”, afirma. A regra, então, é simples e uma só: para cada disciplina que entra, uma sai. Não entram na lista de trocas, no entanto, português, matemática e ciências - consideradas essenciais. “É o conteúdo que o jovem vai usar de fato quando sair do colégio”.
Os estudiosos que defendem a adoção das novas disciplinas nos currículos escolares argumentam que a prática dá aos estudantes mais condições de integrar mais áreas do saber para a compreensão do mundo que os cerca. Mas a superlotação de disciplinas na grade curricular pode, sim, prejudicar a qualidade do ensino, de acordo com Cláudio de Moura Castro, especialista em educação e colunista de VEJA. “A regra básica da educação é ensinar menos para o aluno aprender mais”, afirma Castro.
Para garantir lugar às novas matérias, por exemplo, é preciso suprimir o tempo destinado ao português e à matemática. “O currículo já é duas vezes maior do que deveria ser. Ninguém consegue aprender tudo o que é ensinado hoje em sala de aula”, diz o especialista.
Para Castro, só há um caminho para a qualificação plena do ensino nacional. “O excesso do conteúdo tem de ser retirado das apostilas e o número de disciplinas lecionadas tem de diminuir”, afirma. A regra, então, é simples e uma só: para cada disciplina que entra, uma sai. Não entram na lista de trocas, no entanto, português, matemática e ciências - consideradas essenciais. “É o conteúdo que o jovem vai usar de fato quando sair do colégio”.
domingo, 2 de outubro de 2011
Entra aii!
Esse site é para aquelas pessoas que gostam de resolver questões e análises referentes a textos e poemas.
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/livro_e_diretrizes/livro/portugues/seed_port_e_book.pdf
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/livro_e_diretrizes/livro/portugues/seed_port_e_book.pdf
Análise do poema de Jorge de Lima.
"ESSA NEGRA FULÔ"
Análise
Análise
Observe que o eu-lírico (narrador do poema) começa relatando a
história da negra Fulô com as seguintes palavras: “Ora se deu...” Esta
forma de iniciar seu texto lembra outras narrativas populares que têm
como início “Era um vez...”, “Certo dia...”, “Um dia...”, denunciando
o vínculo do poema com a tradição das narrativas orais. Se você
observar como as pessoas iniciam sua história, quando querem contar
um “causo”, verá que elas se utilizam de expressões semelhantes.
Aliás, Negra Fulô nada mais é que um “causo” contado em forma de
poema!
Para contar a história da negra Fulô, Jorge de Lima, dentre os
inúmeros recursos que a língua oferece, selecionou a forma da poesia
escrita em versos heptassílabos ou redondilha maior. Você sabe o que
são versos heptassílabos ou redondilha maior? Para saber o que é isso,
precisamos fazer a escansão dos versos do poema. Escandir o poema
significa, na verdade, verificar o número de sílabas métricas existentes
em cada verso. Observe os dois primeiros versos:
O / ra/ se/ deu/ que/ che / GOU
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7)
Is / so / já / faz/ mui /to / TEM/ po
(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7)
Repare que a maioria dos versos do poema tem sete sílabas. Se
você quiser, pode conferir. Não se esqueça que, para verificar as sílabas
métricas de um poema, conta-se apenas até a última sílaba tônica,
desconsiderando-se a(s) restante(s). Versos com esta medida (sete
sílabas métricas) recebem, na teoria literária, o nome de redondilha
maior. Essa escolha que o autor faz em relação ao tamanho dos versos,
aliada às rimas, à divisão em estrofes e às repetições que aparecem
como um refrão, constitui-se num trabalho de linguagem que diferencia
a poesia dos demais tipos de textos.
Como se trata de um texto vinculado à tradição oral, a maneira
como pronunciamos as palavras podem alterar o significado do texto.
sábado, 14 de maio de 2011
Como interpretar textos.
Lembre-se sempre que um mínimo de disciplina é indispensável ao leitor que quer ou precisa aprender. A leitura, para ser mais produtiva, pode ser dividida em fases:
* Faça um reconhecimento do texto para saber de que assunto trata. Mesmo no caso de romance é bom ter uma idéia do tema central.
* Procure isolar as informações principais. Para isso, é bom sublinhar ou assinalar passagens.
* Ao encontrar expressões especializadas, (de medicina, direito, etc.) procure conhecer e anotar seus significados. Assim, além de aumentar seu vocabulário, você conseguirá uma correta interpretação de sua leitura.
* Procure separar os fatos, das interpretações que deles faz o autor. Retome as informações essenciais que foram isoladas anteriormente, para saber que relações existem entre elas.
Assim, você estará pronto para estabelecer suas próprias idéias sobre o texto. Mas lembre-se: o trabalho intelectual exige rigor. Por isso nunca é demais voltar ao texto, reler e aperfeiçoar a leitura.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
NOTICÍA DA HORA !!!
Calendário do Vestibular UFBA 2012
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) publicou as datas referentes ao calendário do seu Vestibular 2012.
As inscrições começam a partir do dia 2 de agosto e o candidato terá até o dia 24 do mesmo mês para efetuar a sua candidatura no processo seletivo. O valor da taxa de inscrição ainda não foi divulgado pela UFBA, o que deve acontecer nas próximas semanas.
As provas da 1ª fase do vestibular estão agendadas para os dias 13 e 14 de dezembro de 2011.
NOTÍCIA URGENTE !!!
Vestibular UniJorge 2011 BA – 2º Semestre
Está interessado em prestar vestibular para o Centro Universitário Jorge Amado (UniJorge), em Salvador, na Bahia? Então fique atento, pois já podem ser efetuadas as inscrições para o processo seletivo 2011-2.
As vagas são para os campi Comércio e Paralela.
Inscreva-se, até o dia 26 de maio de 2011, através do site unijorge.edu.br.
Os candidatos devem realizar o pagamento da taxa de inscrição, que tem valor de R$ 30 (até o dia 19 de maio) e R$ 40 (a partir do dia 20 de maio).
As provas irão ocorrer no campus Paralela, na data de 29 de maio, das 8:30 às 12:30.
Para verificar todas as informações e sanar dúvidas, acesse aqui o manual do candidato. Boa sorte!
terça-feira, 3 de maio de 2011
Lista de filmes da UFBA 2012/2013
Filmes (apenas 2ª fase - CPL):
· A invenção do Brasil - Guel Arraes
· Cidade de Deus - Fernando Meireles
· Deus e o diabo na terra do sol - Glauber Rocha
· O baile perfumado - Lírio Ferreira e Paulo Caldas
· Diários de motocicleta - Walter Salles Jr.
· O homem que copiava - Jorge Furtado
· O que é isto, companheiro? - Bruno Barreto
· Adeus, Lenin - Wolfganger Becker
· Faça a coisa certa - Spike Lee
· O crime do padre Amaro - Carlos Carrera
· A invenção do Brasil - Guel Arraes
· Cidade de Deus - Fernando Meireles
· Deus e o diabo na terra do sol - Glauber Rocha
· O baile perfumado - Lírio Ferreira e Paulo Caldas
· Diários de motocicleta - Walter Salles Jr.
· O homem que copiava - Jorge Furtado
· O que é isto, companheiro? - Bruno Barreto
· Adeus, Lenin - Wolfganger Becker
· Faça a coisa certa - Spike Lee
· O crime do padre Amaro - Carlos Carrera
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Lista de Obras Literárias da UNEB 2011
Tenda dos Milagres
Jorge Amado
As Meninas
Lygia Fagundes Telles
Bagagem
Adélia Prado
Teoria do Medalhão e o Homem que sabia Javanês
Machado de Assis/ Lima Barreto
Essa terra
Antônio Torres
Cadernos Negros (Os melhores contos)
Antologia publicada pelo Fundo Nacional de Cultura / Mine
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Literatura de Cordel: a literatura popular no país da falatória.
O que é literatura de cordel?
Literatura de Cordel é, como qualquer outra forma artística, uma manifestação cultural. Por meio da escrita são transmitidas as cantigas, os poemas e as histórias do povo — pelo próprio povo.
O nome de Cordel teve origem em Portugal, onde os livretos, antigamente, eram expostos em barbantes, como roupas no varal.
Origens da literatura de cordel
As primeiras manifestações da literatura popular no ocidente ocorreram por volta do século XII. Peregrinos encontravam-se no sul da França, em direção à Palestina; no norte da Itália, para chegar à Roma; e ainda na Galícia, no santuário de Santiago.
Nesses encontros eram transmitidas as histórias e compostos os primeiros versos, de forma muito primitiva.
O que interessa para nós é que foi dessa forma que surgiram os primeiros núcleos de cultura regional que espalharam-se pela Europa e, posteriormente, pela América.
A literatura de cordel no Brasil
Devido ao atraso da chegada da imprensa por aqui e seu acesso pelo público, as produções literárias de populares tiveram seu apogeu apenas no século XX.
Nossa literatura de cordel é caracterizada, principalmente, pela poesia popular. A prosa aparece muito mais na forma oral, que passa de geração para geração.
Como é uma manifestação muito mais cultural do que intelectual, destaca-se em regiões onde a cultura é mais valorizada e delineada. Aqui no Brasil essas regiões são a Nordeste e a Sul.
Grandes autores da poesia popular brasileira
Centenas, talvez milhares de autores poderiam ser listados aqui, mas vou falar dos três mais conhecidos.
Leandro Gomes de Barros
Foi o mais importante e mais famoso autor da literatura de cordel brasileira. Seu livreto “O Cachorro dos mortos” vendeu mais de um milhão de exemplares.
João Martins de Athayde
Autor popular que mais produziu. Comprou os direitos autorais de Leandro Gomes de Barros quando da sua morte, passando a editar também seus poemas.
Cuíca de Santo Amaro
O mais terrível poeta popular. Fazia denúncias contra corruptos e poderosos de sua época. Era amigo íntimo de Jorge Amado, que o incluiu como personagem em seus Tereza Batista, Cansada de Guerra e no conto A morte de Quincas Berro D’água.
Afinal, temos ou não um país de leitores?
Não, não temos. Com o caos social que vivemos hoje, a urbanização e, sim, a marginalização dos antigos camponeses, a literatura de cordel mudou bastante, refletindo agora a nova realidade que o povo vive.
Tudo isso não significa que o brasileiro lê mais ou menos. Significa que a literatura popular está longe de desaparecer e continua aí para, talvez, ser uma primeira opção na luta pela difusão da leitura no Brasil.
Fique sempre bem informado, e visitem os sites.
Crítica de filmes.
Assista ou Baixe filmes on-line.
Biblioteca virtual, download de livros é totalmente gratuito.
Museu de literatura brasileira.
Mundo cultural.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
FIQUE LIGADO!
Vai ai a lista de livros que irão cair no vestibular da UFBA 2011.NÃO PERCA TEMPO.LEIA!
1ª Fase
· Joaquim Manoel de Macedo - As vítimas algozes
· Eça de Queirós - A correspondência de Fradique Mendes
· Graciliano Ramos - Vidas secas
· Antônio Callado - Quarup
· Cadernos Negros; Os melhores poemas (antologia publicada pelo Fundo Nacional de Cultura/MinC)
· Mia Couto - O Último vôo do flamingo (novo)
2ª Fase
· Joaquim Manoel de Macedo - As vítimas algozes
· Eça de Queirós - A correspondência de Fradique Mendes
· Graciliano Ramos - Vidas secas
· Adonias Filho - O largo da Palma
· Antônio Callado - Quarup
· José Eduardo Agualusa - Nação Crioula (novo)
· Mário de Andrade - Macunaíma
· Cadernos Negros; Os melhores poemas (antologia publicada pelo Fundo Nacional de Cultura/MinC)
· Mia Couto - O último vôo do flamingo
· Italo Moriconi (org) - Os cem melhores poemas brasileiros do século.
1ª Fase
· Joaquim Manoel de Macedo - As vítimas algozes
· Eça de Queirós - A correspondência de Fradique Mendes
· Graciliano Ramos - Vidas secas
· Antônio Callado - Quarup
· Cadernos Negros; Os melhores poemas (antologia publicada pelo Fundo Nacional de Cultura/MinC)
· Mia Couto - O Último vôo do flamingo (novo)
2ª Fase
· Joaquim Manoel de Macedo - As vítimas algozes
· Eça de Queirós - A correspondência de Fradique Mendes
· Graciliano Ramos - Vidas secas
· Adonias Filho - O largo da Palma
· Antônio Callado - Quarup
· José Eduardo Agualusa - Nação Crioula (novo)
· Mário de Andrade - Macunaíma
· Cadernos Negros; Os melhores poemas (antologia publicada pelo Fundo Nacional de Cultura/MinC)
· Mia Couto - O último vôo do flamingo
· Italo Moriconi (org) - Os cem melhores poemas brasileiros do século.
sábado, 2 de abril de 2011
Obras Literárias
Segue ai um vídeo que ajuda afazer uma leitura atenta de livros . Vale a pena conferir
Obras Fílmicas e Literárias
A relação literatura e cinema tem ganhado cada vez mais destaque. São
frequentes produções cinematográficas tendo a literatura como fonte. A discussão
sobre o quesito fidelidade não se mantém quando o que está em jogo são os possíveis
diálogos entre a obra fílmica e a literária.
A literatura e o cinema têm mantido uma conturbada relação, despertando sérias discussões por parte da crítica. Ante essa polêmica, percebe-se que grande parte de teóricos e cineastas ainda admite que o cinema recorre à literatura, acreditando na superioridade do texto literário ou na incapacidade do cinema de transpor a obra literária. Observa-se, no entanto, que o cinema é um exemplo de inter-relação de vários discursos.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Os anciãos estavam a dialogar no recinto.
Os idosos estavam debatendo no local.
Os velhos conversavam no tal lugar.
Os coroa tavam batendo um papo na baia.É isso nós chamamos de Variações linguísticas
Uma língua nunca é falada de maneira uniforme pelos seus usuários: ela está sujeita a muitas variações. O modo de falar uma língua varia:
- de época para época: o português de nossos antepassados é diferente do que falamos hoje;
- de região para região: o carioca, o baiano, o paulista e o gaúcho falam de maneiras nitidamente distintas;
- de grupo social para grupo social: pessoas que moram em bairros chamados nobres falam diferente dos que moram na periferia. Costuma-se distinguir o português das pessoas mais prestigiadas socialmente (impropriamente chamada de fala culta ou norma culta) e o das pessoas de grupos sociais menos prestigiados (a fala popular ou norma popular);
- de região para região: o carioca, o baiano, o paulista e o gaúcho falam de maneiras nitidamente distintas;
- de grupo social para grupo social: pessoas que moram em bairros chamados nobres falam diferente dos que moram na periferia. Costuma-se distinguir o português das pessoas mais prestigiadas socialmente (impropriamente chamada de fala culta ou norma culta) e o das pessoas de grupos sociais menos prestigiados (a fala popular ou norma popular);
Além dessas, há outras variações, como, por exemplo, o modo de falar de grupos profissionais, a gíria própria de faixas etárias diferentes, a língua escrita e oral.
´ 

Assinar:
Comentários (Atom)




